Já cantava Belchior “a felicidade é uma arma quente”

Um dia refleti que esquecemos muito das opiniões que formamos acerca do que lemos. Na verdade, nem tanto as opiniões, acho mais as referências que tomamos, o que aquilo refletiu em nós, onde as palavras e a imaginação nos tocaram.

Aqui quero fazer justamente isso, escrever pra mim – e pra quem mais quiser ler – sobre os livros li, e os que pretendo ler também. Vale tudo: textos soltos, história em quadrinhos, músicas, etc. Quero saber de  letras. Quero um pouco da minha memória também.

Lá em cima tem um trecho escrito pela Simone de Beaouvir, de um livro que só não terminei de ler porque precisei devolver. Chama-se La Femme rompue, de 1967. Me identifiquei instantaneamente com a frase. Todos que passam por péssimas situações procuram um refúgio. Comigo, assim como muitos, foram os livros que me salvaram de alguns desencantos. De uma forma simples e sem esforços, os livros podem fazer isto conosco. Na alegria e na tristeza. Numa estante, vários casamentos.

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Sobre deborahmeira

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